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IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATIFICAÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR EM USUÁRIOS COM CONDIÇÕES CRÔNICAS

GUARÁ/DF - UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE Nº 03 DO GUARÁ

Após um levantamento realizado do número de atendimentos por médicos e enfermeiros nas Unidade Básica de Saúde (UBS) nº 3 e 5 do Guará, observou-se um predomínio de CID-10 e CIAP-2 voltados a HAS e DM. Com a planificação e entendendo o controle e manejo das doenças crônicas como um dos principais focos das ações de saúde na APS, viu-se a necessidade de dar ênfase no cuidado a pacientes portadores de HAS e DM, tendo em vista a importância da longitudinalidade do cuidado, como atributo essencial da APS. Portanto, se fez necessário a implementação da estratificação de risco cardiovascular para os usuários portadores de HAS e DM da área de abrangência da UBS nº 3 e 5 do Guará. A primeira fase da intervenção iniciou-se com a apresentação da proposta no Colegiado Gestor da unidade, apresentando os dados dos atendimentos dos profissionais médicos e enfermeiros das 8 equipes da Estratégia de Saúde da Família da UBS nº 3 e 5 do Guará durante o ano de 2022. A segunda etapa, iniciou com Educação Permanente e Continuada sobre a estratificação de risco cardiovascular, durante às quartas-feiras do mês de fevereiro das 07h às 08h, aconteceram encontros presenciais com médicos e enfermeiros, abordando o passo a passo da estratificação de risco cardiovascular com estudos de casos. Logo, foi realizado um levantamento de usuários cadastrados e um cálculo da estimativa de pacientes portadores de HAS e DM, por equipe, por meio dos relatórios do e-SUS APS. A etapa seguinte, foi a estratificação de risco cardiovascular durante as consultas e o monitoramento e avaliação desse processo. A participação profissional foi assertiva, sendo compreendida como melhoria do cuidado aos pacientes crônicos. Os estudos de casos discutidos durante a Educação Permanente e Continuada obtiveram resultados positivos como o reconhecimento da necessidade de transformação no modelo assistencial e a qualificação profissional na estratificação de risco. O cálculo da estimativa de pacientes hipertensos e diabéticos da UBS 3 e 5, apontou 5.618 hipertensos e 1.760 diabéticos. Com a intervenção as equipes conseguiram aumentar o número de usuários cadastrados, 68,2% de HAS e 99,31% de DM, prova que o cálculo da estimativa serviu como base de parâmetro assistencial, direcionando os profissionais à uma programação do cuidado. A estratificação de risco cardiovascular de usuários crônicos mostrou-se de fácil aplicabilidade e com resultados consistentes, apontando 1.639 usuários estratificados, sendo 694 (42,34%) portadores de HAS e DM. Os resultados mostram que 66,25% são de alto risco e 11,16% de muito alto risco, com mais de ¾ dos usuários sendo manejados pelas equipes, evidenciando a alta capacidade resolutiva da APS. Portanto, a intervenção corrobora com a priorização de atendimento integral e atividades preventivas, consonante diretriz do SUS.

#APS #Boas Práticas #Condições Crônicas #e-Planifica #Estratificação de Risco da Condição Crônica #PlanificaSUS #Qualificação do Cuidado #Previne Brasil
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Usuário e-Planificahá 8 meses

Parabéns equipes do Guará! A forma como vocês sistematizaram e apresentaram os dados de HAS/DM mostra que existe uma preocupação em monitorar todo este processo. Existe uma proposta de levar esta educação permanente e continuada em HAS/DM a outras unidades do Distrito Federal? A experiência de vocês é valiosa!

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Usuário e-Planificahá 10 meses

FOI LINDO

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Usuário e-Planificahá 11 meses

que top...

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Usuário e-Planificahá 11 meses

EXCELENTE EXPERIENCIA

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