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DA TERRA DO PAU-BRASIL. Quem sabe daqui um tempo teremos aceitado convite de Jobim: Deixe o índio lá

Boa Vista/RR - Centro de Referência de saúde da Mulher

Contextualização: A população indígena em Roraima representa mais de 15% do total de hab. é a quinta maior do Brasil. Sua maioria vive na Região Centro Norte divididos em dois Distritos: O Leste e Yanomami. As etnias do DSEI Leste totalizam mais de 53 mil indígenas e a etnias Yanomami e Ye’kuana mais de 28 mil, o estado recebe ainda, parte dos indígenas da Amazonas e oriundos da Venezuela e Guiana Inglesa. Objetivo:Trata-se de um relato de experiência dos atendimentos realizados para as indigenas no PNAR do Centro de Referência de Saúde da Mulher/CRSM, refletindo a diversidade étnico-cultural local e os desafios para a organização da assistência e cuidado.Metodologia: Relato experiência a partir reflexões realizadas na realização das OTs e coleta de dados realizada na avaliação organização agenda, reestratificação de risco e prontuários, possibilitando a análise acesso e atendimentos realizados para as indigenas do PNAR. A coleta de dados customizada para registro das etnias. As condições de saúde, fatores etnicos-culturais, limitam atendimento. Macuxi filiação lingüística Karib, língua inteligível. Wapishana, filiação Arawak, habitam rios Branco e Rupununi.Taurepang origem Karib, vivem perto Venezuela, na terra indígena São Marcos. Waiwai, origem karib, vivem ao sul perto do Pará. Ingarikó, origem Karib, vivem no norte. Os Patamona são considerados como formando um mesmo povo com os Ingarikó. Resultado e implicações: Observou-se que, o DSEI Leste possui 335 aldeias com 323 unidades básicas de Saúde Indigena/UBSI. Os Yanomami possuem 371 aldeias e 38 UBSI. A equipe do CRSM vem realizando Oficinas nos DSEIs para estratificação de risco das gestantes além, de realizar o macroprocesso da supervisão também conhecido como apoio institucional para equipes da APS e RAS. Com isso foram atendidas no CRSM um total de 65 indigenas que correponde a 5% do total de atendimentos. Destas, 34 de etnia Macuxi, 22 Wapixana, 2 Yanomami, 2 Patamona, 1 Taurepan e 04 de etnia não identificada, o que demostra a necessidade de cada vez mais, buscar o reconhecimento do territorio indigena e aproximação com a cultura e diversidade dos povos originarios para o melhor cuidado e assistência as GAR. Aprendizado: Muitos são desafios para assegurar o acesso das GAR indígenas no CRSM. As grandes distâncias, dificuldades de acesso às aldeias, e recursos de apoio e logísticos ainda persistem para RAMI. No entanto, o PlanificaSUS vem permitindo conhecer um pouco mais dessa subpopulação, ao mesmo tempo, que sinaliza a necessidade de adaptação para a assistência adequada as indígenas

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